Meu perfil
BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos, Sexo, Arte e cultura



Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis




Contos Gays
 


Dupla de frentistas

Nas minhas férias costumo bancar o mochileiro das galáxias. Arrumo uma mala com algumas roupas e faço uma trilha passando por várias cidades. Em uma dessas aconteceu um dos lances mais tesudos da minha vida. Eu tinha saído de São Paulo rumo ao interior. Quando esta quase próximo do meu destino percebi que o tanque estava quase vazio e resolvi parar para abastecer. Encontrei um posto que estava isolado, praticamente no meio do nada. Nele havia as bombas de gasolina e álcool, uma sala fechada e uma porta escrito banheiro. Achei que a gasolina daquele lugar não devia prestar, mas eu não tinha opção. Ou era isso ou ficaria sem combustível no meio da estrada.

Parei o carro e ninguém veio atender. Dei algumas buzinadas e depois de um tempo um cara saiu da sala fechada. Ele aparentava estar um pouco assustado. Pedi a gasolina e ele encheu o tanque. Eu paguei. Ele se ofereceu para jogar uma água no vidro e eu pedi a chave para usar o banheiro. Eu estava doido para dar uma mijada. Entrei no banheiro e junto com a mijada veio a vontade de dar uma cagada. Fiquei sentado no vaso durante um tempo, mas a vontade passou. Quando sai do banheiro o cara já não estava lá fora. Eu precisava entregar a chave para ir embora. Então segui em direção à porta da sala fechada.

Quando eu estava bem perto da porta, antes de bater, ouvi uma respiração ofegante e alguns gemidos. Mal desconfiava o que poderia ser. Fui até a janela e olhei pela fresta. Foi então que vi dois caras na maior ralação. Os dois eram frentistas pois estavam usando o macação azul do posto. Fiquei olhado aqueles caras se pegando.

Um deles, o que me atendeu, era um cara magrelo, desses meio cabeludos. Tinha os cabelos raspados e uma barba mal feita. Tinha bigode. Lábios grossos. Jeito de homem. Ele já estava sem a parte de cima do macação. As costas não eram peludas. Somente os peitos. Mas não muito! Os pelos se concentravam no meio do peito e ao redor dos mamilos. Os peitinhos do cara eram do jeito que eu gosto. Uma grande rodela marrom com um biquinho pontudo no meio. Eu gosto de lamber peitos assim e de dar mordiscadas. Os braços cabeludos seguravam a cabeça do outro cara com força enqianto se beijavam.

O outro cara ainda estava vestido. Era meio gordo. A barriga de "administrador" fazia um volume sob o macacão. Acho que ele era o chefe pois tinha uma barba bem feita, cabelos bem cortados. Cabelos castanhos claros, encaracolados, não muito longos, mas também não tão curtos, o suficiente para cair pela testa, sobre os olhos. Os caras estavam atracados um no outro. Um beijo de dar inveja. Linguadas prá lá e prá cá. Chupadas! Mordidas. O magro começou a lamber o pescoço do gordinho e o foi virando ele de costas. Começou a lamber e morder a nuca. O gordinho se deliciava e gemia, tentando se segurar. Nessa altura meu pau já estava meia bomba. Os caras não eram exatamente meu tipo, mas a pegação daqueles dois machos, se chupando e lambendo com vontade foi me dando um puta tesão. 

O gordinho, de costas, foi abrindo o próprio macação. O outro, aproveitou as costas descobertas e começou a beija-las. O gordinho ficou só de cueca. Uma cueca box branca. O outro cara não deixou que ele tirasse a cueda de uma vez. - Espera um pouco! Ainda quero brincar mais um pouco. Falou isso e começou a ralar o pinto, ainda dentro do macação, na bunda do gordinho, por sob a cueca. Foram várias encochadas, intercaladas com mordidas na nuca, tapas na bunda e muitos amassos nas nádegas. O gordinho não se aguentava de tesão. Ele não era tão peludo quanto o outro. E tinha aqueles cabelos logo acima do rego.

O magro encochou o gordinho por detrás e passou as mãos ralando por todo o corpo, de cima abaixo. Apertou firme os peitos do gordinho, que pareciam pequenos seios e desceu até chegar no pinto. Ficou massageando o cacete do gordinho enquanto lambusava a nuca e a orelha dele de saliva. Quando ele percebeu que o pau do gordinho estava ficando duro começou a masturbá-lo com uma mão e com a outro começou a ralar o cuzinho por sob a cueca. Ao mesmo tempo que masturbava o cara ralava os dedos no cú, a mão, e foçava a entrada do dedo. Naquele momento percebi quem iria enrabar quem.

A coisa foi ficando cada vez mais intensa. E eu já estava com o pinto prá fora da calça começando a me masturbar. O gordinho gemia de tesão. De vez em quando ele virava a cabeça eles se beijavam longamente. Sempre com o gordinho sendo masturbado e com o dedo atolado na bunda. O magro levou o outro cara até uma mesa e o fez ficar apoiado, em pé. Daí ele acabou de tirar a cueca. Abaixou a cabeça na altura do cú  e deu uma grande cusparada. Ele estava preparando o território. Eu já estava tonto de tesão e resolvi entrar. Quando eu abri a porta os caras ficaram totalmente desconcertados. Não dava para eles negarem o que estava rolando! O gordinho subiu a cueca rápido e eu os tranquilizei:

- Não parem por minha causa.

- Não é o que você está pensando. Falou o gordinho.

- Então é uma pena, porque eu estava pensando que quero muito fuder esse seu cú.

O magrelo deu uma risada.

- Então demorô. Disse ele tirando a cueca e mostrando a pica.

O gordinho não se fez de desentendido e foi logo abaixando e abocanhando o cacete. Eu, tirei a camisa e parti para o ataque. Comecei a beijar o magrelo enquanto ele era chupado pelo amigo dele. Ficamos numa esfregação tão tesuda que nem percebi que o gordinho já tinha tirado minha cueca e estava com meu caralho na boca enquanto masturbava o cacete do magrelo. Ficamos um tempo naquela felação. O gordinho era profissional na chupeta. Ele ficava um tempo chupando só a cabeça meu pau, depois lambia o caralho todo, da cabeça à raiz, bem rápido. Depois, abocanhava o caralho todo de uma vez só. Senti a cabeça forçando sua garganta! Ele segurava até quase sufocar e soltava o cacete. Putz, fiquei com muito tesão. Meu caralho ficou duro como pedra. Enquanto isso. Eu beijava aquele magrelo e apertava aquela bunda pequena e durinha.O magrelo não tinha um rabão, daqueles grande, mas tinha dois gomos duros que formavam uma bunda tesuda. Eu ficava só imaginando como seria do caralho enfiar meu pau naquela biunda e arregaçar aquele cú.

O magrelo colocou o gordinho de pé e começou a beijá-lo, abraçando pela frente. Eu, que não sou bobo, encochei o gordinho por trás e fizemos aquele sanduiche. Enquanto o magrelo explorava a boca e o peito do gordinho eu caprichava nas lambidas na nuca e nas costas. Também apertava a bunda dele, que era bem maior do que a do amigo, e ralava o pau no meio daquelas nádegas gigantes e meio flácidas. Fiquei imaginando como seria bombar aquele rabão. Levamos o gordinho para o portal que tinha entre duas sala. Ele ficou se apoiando e gemendo enquanto recebia uma chupeta e eu iniciava um cunete. Primeiro dei uma cusparada bem no cuzão. Era uma bumda cabeluda, de homem. Tinha tanto cabelo que tive que abrir caminho com as mão para enxergar o buraco que me interessava. Quando o achei comecei a dar umas lambidas e a forçar uma penetração com a língua. O gordinho gemia cada vez mais. Enquanto isso, o outro cara caprichava chupando a cabeça do pau do gordinho, que não era muito grande. Depois de um tempo lambuzando aquele cuzão. Comecei a enfiar um dedo, depois o segundo, quando enfiei o terceiro dedo o cara não aguentou e soltou um grito alto. Ainda bem que estávamos no meio do nada. Foi aí que comecei a enfiar e tirar os dedos do cú dele. De vez em quando dava uma cusparada para tentar diminuir o sofrimento do cara. Mas ele não pedia para parar, pelo contrário. Pedia cada vez mais.

O amigo magrela parou o boquete e ficou em pé ao meu lado, com o pinto no meu rosto. Logo saquei o que ele queria e comecei a chupeta. Só na cabecinha. Enquanto isso, trabalha o cú do gordinho com uma mão e batia uma punheta nele com a outra mão. Ficamos assim por um tempo. Quando o cacete do magrelo já estava grande e latejando eu disse:

- Quero ver você fudendo essa bunda grande e cabeluda.

Mal disse isso e ele levou o gordinho para a frente de uma mesa. O gordinho apoiou as mãos nelas e ficou com o bundão empinado. Cara, nessa hora fiquei com um puta tesão, aquele bundão cabeludo na minha frente. A cabeça do meu pau quase explodiu. O magrelo não fez cerimônia e foi logo enfiando a vara no amigo. Apesar de magrelo, o cara tinha um cacete de responsa. E apesar de o gordinho talvez já ser acostumado, ele gemeu bastante enquanto aquele baita caralho desaparecia no meio do bundão. Velho, aquela visão do cacete sendo engolido pelo cú do gordão me deu um puta tesão. Minha tora já estava pronta para a fudeção. Mas como não queria terminar com tudo rápido resolvi chupar o gordinho enquanto ele era enrababo.

O magrelo começou fodendo devagar e, aos poucos foi aumentando o ritmo. Eu fui imitando essa variação chupando o gordinho, que gemia, gritava e delirava. O gordinho ficava cada vez mais ofegante. Girava a cabeça, caia sobre a mesa, empinada a bunda, ai o magrelo o agarrava pela cintura e atolava fundo a vara. O gordinho sentia uma dor, gemia, estufava o peito e recomeçava o movimento girando a cabeça. O magrelo parecia uma máquina de meter. Me tirou do caminho e colocou o gordinho de franguinho por sobre a mesa. Achei que ela fosse quebrar.  Sem avisar, enfiou o cacete novamente e começou a bombar o gordão. Achei que estava sobrando e fiquei olhando e me masturbando.

- O que você esté esperando. Disse o magrelo. Te quero no meu rabo.

Caralho, nem acreditei, achei que ia enrabar o gordinho, mas acabei conseguindo o rabo mais duro da minha vida. Mais do que depressa encochei o magrelo. Ele, enquanto bombava a bunda gorda. Virava a cabeça e procurava minha boca para me beijar. Fiquei ralando meu cacete por entre as nádegas dele. Vez ou outra ralava a cabeça do pau no cu dele. Roçado em volta e enfiando somente a cabecinha. O cara delirava e ficava pedindo para enfiar o cacete todo. Dei uma cusparada no pau e enifiei com toda força. Foi difícil porque a bunda do cara era bem dura e porque ele se contraiu todo com a socada que eu dei. Até parou de bombar o gordinho, claro, com a pica socada no rabo gordo. Ele ficou um tempo parado sentindo meu cacete entrando. eu fui forçando cada vez mais. Ele abria as pernas na tentativa de facilitar a entrada, mas ainda assim devia estar doendo porque ele não parava de gemer e de respirar rápido. Com o pau no rabo do gordo, ele se debruçou por sobre ele e começou a beijá-lo, com isso ele foi relaxando o rabão e eu comecei o movimento de vai e vem. Entre os beijos eu podia ouvir os gemidos de prazer. Fui acelerando o movimento ele foi gemendo cada vez mais. Eu variava os movimento, dava socadas rápidas atolando metade da minha vara, depois ums socada forte e funda, enfiando tudo dentro dele. Quando fazia isso o cara virava os olhos de tesão. De repente o cara começou a rebolar no meu cacete e percebi que ele já estava mais acostumado. Então comecei a fuder forte e sem dó. Ele gritava, gemia e gostava. Comeceçou a se movimentar para frente e para traz. Então iniciamos um trenzinho. O pinto dele atolado no gordão e meu cacete atolado nele. O magrelo se movimentava freneticamente. O que deixava meu caralho duraço e levava o gordinho ao delírio.

Não satisfeito, o magrelo começou a masturbar a pica mole do gordinho, aí a putaria estava completa. Ficamos nessa metação durante um bom tempo. Beijos, linguadas, puxões de cabelo, socadas fortes e fundas. O primeiro que gozou foi o magrelo. Enquanto eu socava fundo na bunda dele senti seu cu mordendo meu cacete. Caralho, nessa hora tive que fazer uma puta força para não goza. Ele ficou tremendo e gemendo até que deu um urro bem alto. Qualquer carro que passasse na rodovia teria ouvido. O cú deu um contraída fudida e gostosa no meu cacete. Chegamos para trás e vi o cacete sair do todo gozado daquele rabão.

Mano, quando vi o buraco desocupado não pensei duas vezes. Fui logo enfiando a vara e bombando forte. O gordinho levou um susto. Mas foi tentando se acostumar. Ele gritava e segurava forte a mesa com as duas mãos, os olhos estavam fechados e a boca serrada só deixava escapar os gritinhos de tesão, respiração ofegante. E eu bombando, bombando, bombando... O magrelo, vendo aquela putaria, foi ficando com tesão e se equilibrou na mesa, ficando de quatro sobre o gordinho. começaram a fazer um 69 enquanto eu enrabava o gordo. Foi um doidera geral: O gordinho, entre os gemidos, chupando o magrelo; O magrelo, me beijando minha a boca e lambendo meu peito enqunato chupava o gordinho; E eu quase explodindo em gozo vendo aquela cena e com o cacete atolado no gordo. Não demorou muito e não consegui me segurar.

- Você vai gozar junto comigo. Falei enquanto retireio cacete do gordo da boca do magrelo e comecei a punhetar bem rápido. Ao mesmo tempo em que socava o caralho com força e rápido. O gordinho foi ficando com a respiraçãoc ada vez mais ofegante. Gemedo cada vez mais alto e mais rápido. O magrelo ficou com receio de alguém ouvir e tentou tampar a boca do gordinho. Ainda bem, poque ele começou a urrar muito alto e gemer mais do que uma puta. Quanto mais ele gemia, mais eu socafa o caralho e punhetava mais rápido. O cara começou a gemer de uma maneira muito louca, rebolando sem controle, fechou os punhos com força e o cú dele mastigou meu pau atorado naquele bundão. De repente um jato de porra jorrou do pinto, não parei de socar o cacete, o vai e vem, o gordinho delirava e não me aguentei. Meu cacete inchou dentro daquele cú e gozei muito, não parava de esguichar porra dentro do cu que, mais relaxado, me dava muito tesão e uma vontade doida de não parar de meter. Enquanto o cacete não amolecia continuei socando, sentindo um tesão e um prazer filho da puta. Não sei se vocês já tentaram continuar socando enquanto o pau está duro depois de gozar. O prazer é tão grande que dá uma bambeza na perna. Continuei fazendo isso enquanto pude. Quando o pau estava meia bomba retirei do cú do gordo.

Aí os dois amigos resolveram fechar a putaria com chave de ouro. Me colocaram deitado por sobre a mesa e pagaram um boquete duplo, quanto se beijavam chupavam meu cacete. Eu não me aguentei de tesão e, aos urros, gozei o que restava de porra dentro de mim. Depois dessa putaria intensa ficamos um tempo parados, recuperando as energias. Depois entrei no banheiro, tomei um banho e segui minha viajem. Os caras deixaram um cartão do posto comigo e disseram que quando eu passasse por ali novamente que era para eu não deixar de procurá-los. Ainda não consegui retornar, mas o cartão continua guardado! Qualquer dia passo lá novamente para trocar o fluido da máquina.



Escrito por negobissex às 04h44
[] [envie esta mensagem
] []





O vigia.

Trabalho em uma multinacional. Todos os dias chego após almoço. Geralmente termino o trabalho por voltas das 20h, mas às vezes tenho muito trabalho e tenho que ficar até mais tarde. Daí o vigia do prédio, o Valter, tem que ficar esperando eu sair para depois fechar o prédio. O Valter trabalha na empresa há bastante tempo. Ele tem por volta de 30 anos. Ele é descendente de nordestinos. O tipo físico é daqueles troncudos. Tem mais ou menos uns 1,68m ou 1,70m. Tronco largo, braços não muito grandes, cabeça meio achatada, cabelos pretos cortados no estilo militar, barba saindo das costeletas e contornando o maxilar. Sem bigode. Traços meio de índio. Com uns lábios finos. Olhos castanhos!

Era uma quarta-feira. Eu tinha que terminar um relatório então fiquei trabalhando até tarde. Quando dei por mim já era 23:50h e o computador ainda estava ligado na minha frente. Estava começando a arrumar minhas coisas para sair quando o Valter entrou na sala. Perguntei a ele sobre o jogo do CorinthiasxSão Paulo e ele começou a me contar como o placar havia chegado em 2x1 para o Corinthians. Descemos no elevador conversando. Quando chegamos no término senti vontade de dar uma mijada e fui em direção ao banheiro, o Valter me acompanhou.

O Valter resolveu mijar no mictório ao lado do meu. Os mictórios da empresa tem aquelas paredes laterais, mas não tem aquela parte de cima. Porém, como o Valter não era muito alto não me senti constrangido. Enquanto eu mijava percebi que o Valter continuava falando, mas agora estava concentrado em ver meu cacete. Continuei com conversando. Quando não deu mais para ignorar o que estava acontecendo olhei para o Valter sem falar nada e ele disse: - Esse seu cacete deve deixar a mulherada doida! Foi muito estranho! Ele tinha um porte de homem e jeito de macho, então não pareceu uma cantada. Terminei de mijar sem comentar do cacete dele, sacudi e já ia guardando na cueca quando o Valter falou: - Sabe por que eu gosto de futebol? Porque sou chegado em brincar com bolas. Respondi: - Então me mostra o que você sabe fazer! E coloquei a rola prá fora.

O Valter ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu caralho. Eu mal podia acreditar no que estava acontecendo. Ele engolia meu caralho com vontade. Fui ficando excitado. Quando percebi meu pau já estava duro dentro da boca do cara. Já começava a ficar difícil de engolir meus 20cm de rola, então ele começou a lamber e chupar a cabeçona roxa do meu caralho. Fera, tive que me segurar para não gozar. O Valter sabia muito bem o que estava fazendo... Ele passava a língua por volta da cabeça, depois lambia o cacete da raiz até a cabeça e por fim enfiava a cabeça da rola na boca e ficava sugando. E também usava a barba dele para roçar o meu saco. Me contorcia de tesão. Quando enjoava disso dava beijos no cacete e algumas mordiscadas. Eu já estava com um puta tesão. 

Enquanto o Valter me chupava eu tirei a camisa dele e ele próprio tirou sua calça. O cacete dele deveria ter um 16cm. Bastante roliço. Imaginei que ele ia querer me enrabar e logo falei que não curtia rola no meu cú. Prá minha surpresa ele respondeu: - Não se preocupe, eu quero seu caralho no meu cú. 

Depois disso sentei no vaso e deixei o Valter me chupar mais um pouco. Ele brincava com minhas bolas, o que deixava meu cacete cada vez mais duro, as lambia. Não me aguentava de tanto tesão, então resolvi dar umas socadas na boca dele. Segurei a cabeça do Valter com as mãos e fui forçando o cacete goela abaixo. Ele não tentava escapar... Eu comecei o vai e vem socando o cacete na boca dele cada vez mais fundo. Pude sentir a cabeça do meu cacete naquela garganta molhadinha. Ele ameaçou vomitar uma duas vezes, mas não tirou o cacete da boca.

Quando o meu caralho já estava bastante lambuzado de baba coloquei ele de constas prá mim e mandei que sentasse no meu caralho. Com muito cuidado ele começou a sentar... Gemeu um bocado... Dizia que não estava acostumado com cacetes como o meu, mas que iria conseguir. Aos poucos minha rola foi sendo engolida por aquele cuzão. O Valter devia ter sangue negro porque o bundão dele era de dar inveja. Eu nunca tinha reparado naquela bundona, bunda de macho, cabeluda. A pele do Valter não era muita clara, mas contrastava com os pêlos bem pretos. Enquanto ele sentava no meu caralho fiquei filmando aquelas costas peludas... Começava na altura da escápula, daís ia descendo pelas laterais até que chegava na altura do cofrinho e ficava bastante cabeludo. Um tesão de macho. Que eu estava enrrabando!

Apesar dele se esforçar estava meio difícil de aguentar meu cacete. Então tirei ele de cima de mim e o levei até a pia do banheiro. - Apoia a mão aí que vou te arrombar em pé. Falei. Ele segurou na pia com as duas mãos e empinou aquele bundão. Não pensei duas vezes... Comecei a amaciar aquela bunda com as duas mãos. Agachei no chão e o cú ficou na altura dos meus olhos. A visão daquele buraco me excitou prá caramba. A cabeça do pau até latejou. Aquele buraco quentinho escondido no meio daqueles cabelos, daquele bundão.  Quando o Valter abriu o rego pude ver seu cacete, Estava meia bomba, borrachudo. Decidi então que iria ver se o cara essa macho mesmo. Se aguenta o tesão.

Enchi a boca de saliva e dei uma cusparada com gosto naquele cuzão. Então comecei a passar os dedos bem na portinha do rego. Ele gostava. Segurei firme o cacete dele enquanto passei a lateral da minha mão bem no meio. Roçando bastante no cú. Ele gemia de tesão. Comecei a sondar o buraco com o dedão... Apertava de leve, depois circulava o buraco com a ponta do dedo. De repente parava tudo e soprava bem no rego. O cara ficava todo arrepiado. Sem que ele esperasse comecei a ordenhar o cacete dele enquanto explorava o com os dedos. Primeiro o indicador, com qual fiquei brincado de subir e descer, depois enfiava a pontinha. O cú contraía e eu tirava e socava... Cada vez afundando mais o dedo. Troquei para o dado médio e atolei o dedo todo naquele rabo... Ele contraiu o cú mas nem liguei. Comecei a enfiar o dedo rodando... E o puto gostou, relaxou e ficou mais ofegante. O pau dele já estava duro na minha mão. Daí falei: - Contiua masturbando esse seu cacete que agora eu ou rasgar. Dei uma cusparada de responsa naquele cú e atolei meucaralhbo de uma vez só. O cara deu um grito de dor e contraiu a bunda. - Não faz isso! Falei. Relaxa senão é pior! - Quero ver voê relaxar com um cacete desse no... Não deixei ele terminar de falar. Lasquei um beijo de língua morteiro! Enquanto eu o distraia com a minha língua na boca dele fui iniciando o movimento de vai e vem. Ele tentava falar, gemer, mas meu beijo o abafava. Ao poucos fui aumentando o movimento. O cuzinho já nãoestrangulava meu cacete com tanta força.

Uma hora ele parou de tentar falar e ficou só gemendo e respirando forte. Daí larguei a boca dele, finalizando com uma chupada na orelha e mordidas no pescoço. Fui acelerando o vai e vem cada vez mais... Ele empinava a bunda de prazer, tesão e dor. - Fode esse cú, fode! É só isso que você tem para me dar! O cara me provocou, foi aí que eu decidi arregaçar com ele. Desatolei o caralho da bunda dele, que sentiu um rápido alívio. Dei ums tapas naquela bunda... O suficiente para ela ficar meio vermelha  soquei o caralho de uma vez só. O cara se contorcei todo, virou a cabeça para o alto e depois olhou prá mim com uma cara de piedade. - Aguenta quieto! Você nãoé macho? Quero ver se aguenta mesmo! Quando ele ameaçou retrucar eu falei: - Se falar qualquer coisa ái que você vai ver o que sentir dor. Ele engoliu seco , mas ficou respirando muito ofegante, tentando segurar os gemidos.

Vi que o cara tava se esforçando para não gritar de prazer e dor e resovi pegar pesado. Começeia atirar o cacete e colocar novamente. Toda vez que colocava de volta socava até o fundo para depois ficar no vai e vem... Ele se contorcia todo. - Você não é macho! Quero ver se aguenta mesmo meu cacete seu vigia do caralho! Ele  gemia entre os dentes e tentava não entregar o jogo. Ele segurou firme na pia. Dava prá ver toda a musculatura do braço contraída, não era grande, mas era definida. Ficava olhado o contorno dos tríceps, o ombro, aquelas costas largas, a asa fazendo aquele grande vê e ficava com mais tesão. Com mais vontade de arregaçar aquele macho.  Quanto mais tesão, mais intensidade e força na socada! Acho que ele já estava se acostumando com o meu caralho porque ele começou a fazer os movimento com aquele rabão. - Vai, rebola em cima do caralho! E ele rebolava... Não com o caralho todo atolado, mas rebolava. E eu fcava doido! Vez ou outra eu agarrava a sintura dele e puxava contra meu corpo!Cada vez que eu fazia isso ele gemia e ficava na ponta do pé até eu tirar um pouco da pica. E voltava rebolar. - Isso mesmo seu macho do caralho, quero ver você rebolando que nem uma putinha! Sempre que eu dizia essas coisas ele rebolava com mais vontade. Daí eu atolava e ele gemia! Até que puxei o corpo todo dele de encontro ao meu, meu cacete entrou fundo no rego. Segurei em com os dois braços, um sobre o peito e outro sobre a barriga. Ele tremeu, gemeu e se contorcei. Acho que nessa hora a dor foi maior do que o prazer, mas eu nem me importei. Aquele puto tinha me enchido de tesão e agora ia ter que pagar.

Enquanto ele tentava escapar dos meu braços e do meu cacete eu labia a nuca dele e falava: - Daqui você não sai... Hoje você é meu macho! E vou te ensinar como eu trato meus machos!  Ele tentou escapar, mas eu segurava forte e nem me importava com os gritos, gemidos, contorcidas... Só me importava em continuar sentindo aquele cú quente ao redor do meu cacete. Aos poucos ele foi percebendo que não escaparia e foi colocando as mão novamente sobre a pia. A nuca dele já estava cheia da minha saliva de tanto que eu já tinha labido. Finalmente ele tinha conseguido relaxar como o mu pau até o talo atolado no cú. - Agora te prepara que eu só paro quando eu gozar.

Comecei a movimentar o cacete tentando não tiar quase nada. Um movimento só de cintura. O pau praticamente inteiro ralando dentro do cú dele. O cara foi ao delírio. Segurei firme na cintura dele com as duas mãos e fui aumentando a velocidade do movimento. Ele gemei. - Se você fizer qualquer brulho eu vou esfolar teu rabo. Falei. Ele tentou se segurar. Bombei cada vez mais rápido... Rápido... Rápido... Até que ele não aguentou e começou a gemer alto. - Te prepara. Falei entre os dentes. Soquei fundo e com vontade. Tirava o cacete todo e colocava de novo. Quando eu fazia isso ele gritava alto. Achei até que alguém podia ouvir. Mas como ele era o vigia eu fiquei tranquilo. Enfiei o cacete todo e tirei várias, ele gritava como uma mulherzinha, se remexendo, gemendo, olhando prá mim, snetindo dor e prazer. De vez em quando, quando tirava pau batia forte na bunda e dava uma cusparada no rego. A cada cusparada o cú ficava mais lubrificado, eu metia com mais vontade e mais velocidade e ele gemia mais. Quando percebi que ia gozar. O segurei forte pelo pescoço. -Agora aguenta. Velho comecei a bombar como um cachorrro... O tesão era muito! Perdi a noção de tudo e meti muito rápido! Ele se contorcia gritando cada vez mais alto, empinado a bunda, apertando a pia com as mão! Entra, sai, entra, sai... A sensação do cú envolta do meu pau era muito boa... Aquele cú quente! Os pêlos da bunda dele roçando na minha pele! Meu saco socado o saco dele! Aqueles gritos! Não aguentei... Enfiei todo o cacete e enchi aquele cú de porra. Foi um jato forte e itenso. Eu não que aquela sensção acabasse, então prendi o Valter forte nos meus braços, ele nãio tentou fugir dessa vez, e fiquei dando umas socadas com o carallho quasse todo atolado na bunda dele. Não parei de mexer o cacete e de mordiscar o pescoço dele até o pau ficar meio mole dentro daquele buraco quente. Enquanto isso o Valter se maturbou e soltou um urru de tesão quando gozou como ainda dentro dele.

Caralho... Foi umas melhores fodas da minha vida! Aho que porque foi inesperada e porque o Valter era macho! Macho mesmo! Cara de homem, voz homem, jeito de homem, e cú de homem, porque prá aguentar a foda que a gente teve... Aguentar ficar com o cú esfolado! Tem que ser muit homem! Hehehe!!! Depois disso continuamos nos tratando como conhecidos do trabalho. Ele me contava dos placares do brasileirão e tudo ficava de boa. Até que eu fui assitir uma jogo na casa dele. Corinthias e São Paulo. Ah... Esqueci de contar. Ele é São Paulino!!!

 



Escrito por negobissex às 00h51
[] [envie esta mensagem
] []





Miguelito

Bom... Desde de que eu havia começado a trepar com o Alex comei a me sentir atraído não só por mulheres, mas por homens também. As vezes andava na rua e quando um cara com uma cara mais máscula passava eu já o imaginava pelado na minha frente, de quatro, esperando para que eu o enrabasse. Eu não era exclusividade do Alex, ele sabia disso, mas às vezes ele dava um ataque de ciúmes. Já não conversava com ele há algum tempo por causa do último ataque que ele teve, em que quase abriu o jogo na frente da moçada da academia. Eu havia saído de circulação e resolvi passar um final de semana na casa de uma prima. Era uma cidade de praia.

Cheguei na casa da Carla, minha prima, na noite de sexta-feira. Ela havia arrumado uma recepção com alguns dos seus amigos. A ideia era que eu me enturmasse logo poque no dia seguinte ela queria ir em uma praia de nudismo. Carla já tinha me feito essa proposta várias vezes e eu sempre caia fora. Ele sempre quis transar comigo, mas nunca tinha rolado. E eu já tinha sacado que a intensão dela era me ver pelado. Bom, eu já estava puto com a história do Alex então resolvi entrar na jogada.

A recepção foi bem simples... Dez amigos, entre homens e mulheres. A coversa foi rolando regada com cerveja e cachaça. Jogamos um trunco. Depois começou a rolar o jogo do tapão. Quem propôs o jogo foi o Marcão. Durante a noite fui percebendo que o Marcão estava afim da minha priminha, mas ela nem dava bola prá ele. Não se porque... O cara tinha uma cara de macho... Rosto meio quadrado, sem barba, cabelos claros e olhos verdes. Devia ter por volta de 1,80m, malhava, era forte. Tinha uma senhora coxa, coxão forte e uma bunda que esticava a bermuda. Ele estava com uma bermuda que ficava um pouco apertada e detacava o relevo do pinto. O Marcão propôs o jogo, com o adicional de que quem fosse perdendo teria que tirar uma parte da roupa. Apesar de algumas resistências todos toparam.

O jogo começou e foi uma palhaçada só... Tava cara que o Marcão estava perdendo de propósito. E mais, que ele estava querendo impressionar minha prima. Ela, estava ficando cada vez mais sem graça porque o Marcão estava ficando pelado e pelas piadinhas que ele fazia. No meio do jogo percebi que não era só minha prima que estava incomodada com a nudez do Marcão. Tinha um outro rapaz, o Miguel, que estava meio desconsertado. O Miguel é um desses caras que não aparenta ter a idade que tem. Ele tinha 26 anos, mas com cara e jeito de muleque. Magro, pouquíssimos pelos, cabelos raspados. Devia ter por volta de 1,75m. Eu já tinha percebido que desde de que o Marcão havia ficado de meia e cueca o Miguel nem conseguia jogar direito. Miguel não tirava os olhos do pau do Marcão. Os olhos dele rodeavam as pessoas que estavam jogando mas voltavam imediatamente para o pau do Marcão. A respiração do Miguel estava meio alterada também. Como mais ninguém do jogo estava percebendo o Miguel secando o Marcão resolvi ficar na minha e fingir que nada estava acontecendo. Lá pelas tantas o Marcão já havia perdido as meias, óculos, relógio e cordão. Seu corpo forte e cabeludo estava quase todo à mostra, exibindo seu tórax, mamilo pequeno, barriguinha com pelugem, coxão... E o volume do pinto. Nessa hora o Miguel mal conseguia despistar seu interesse em ver o que estava por baixo da cueca do Marcão. O jogo continuou, o Marcão perdeu e a cueda dele foi para os ares. Quando ele tirou a cueca deixou à mostra uma marcar de sunga com um pinto de tamanho médio, ele estava meio excitado porque a cabeça do pau dele estava aparecendo. Era uma vermelha... Nunca tinha visto uma assim. Uma pica bem bonita. Cabeça rosada, um corpo enrugado, mas meio duro, e duas bolas penduradas em um saco cabeludo... A mulherada perdeu a respiração ao ver aquela pica... E o Miguel deu a maior pinta, pude ver os cabelos do braço dele arrepiando só de ele ver aquele cacete. Depois do impacto inicial, o Marcão comecou a transitar tranquilamente pela casa. Com aquela pica balançando de um lado para o outro.

O Miguel despistou e levantou para ir ao banheiro. Vi que havia um volume na bermuda dele. Conclui que ele devia ter ficado excitado. Algumas das moças compraram a ideia do Marcão e resolveram ficar peladas também. Entre elas estava minha prima, que insitiu para que eu também tirasse a roupa. Eu respondi que somente no dia seguinte.

Miguel já estava no banheiro há uns cinco minutos. Saquei na hora o que estava acontecendo e fui atrás dele... Olhei no banheiro e o Miguel não estava lá. Comecei a andar pela casa procurando por ele. A casa era grande, oito quartos e mais três suites . Fui achar o Miguel no quarto mais distante. A porta estava entreaberta e pude ver o Miguel na cama, pernas abertas, dedo no cuzinho e batendo uma punheta. O cara ficava gemendo enquanto se excitava. Fiquei ali parado, na porta, olhando tudo. O Miguel nã era forte, ele era meio magro. Tinha uma pele queimada de sol, meio caramelo. Cabelos bem raspados. Sobrancelhas grossas, olhos pretos e uma barba mal feita. Lábios grossos. Ele tinha tirado somente a bermuda. Rodeava o cuzinho com o dedo, depois dava umas dedadas bem no centro. Ele era menor do que eu. Olhos pretos intensos. Socava o dedo no cú e batia a punheta. Aquele cuzinho lizinho... Com certeza Miguel se depilava. Ele não era meu tipo preferido, prefiro aqueles meio cabeludos, mas fui ficando excitado, o Miguel tinha cheiro e jeito de macho. Já estava com o pau duro dentro da calça.

Abri a porta rapidamente: - Eu posso te ajudar? Ele ficou assustado. Num pulo colocou a bermuda e ficou me olhando sentado na cama.  Antes que ele pudesse se explicar tirei a pica da calça. - Vai ser bem mais divertido se você usar isso ao invés do dedo. Falei! Primeiro Miguel ficou estático, depois sem graça sem saber o que fazer! Mas não tirava o olho do meu cacete. - Olha, não é o que você está pensando eu... Antes que ele terminasse cheguei perto dele, que estava sentado na cama, meu pau ficou a menos de um palmo da cara dele. Ele ficou mudo. O cheio do cacetão deixou o cara sem controle. Ele abocanhou meu caralho... Chupava com muita vontade! Engolia o cacete com força. Parecia que iria me sugar pelo pau. Ficou beijando e lambendo a cabeça da pica. Depois segurou com as duas mãos e começou a me masturbar. Como aquele putinho batia uma punheta... Forte e intensa. Estava louco com a minha pica. Lambeu a cabeça enquanto fazia o vai e vem com a mão. Dai colocou a cabeça na boca e ficou brincando com a lingua enquanto acelerou o vai e vem com a mão. Essa hora eu tive que me segurar para não gozar. O cara tava seco na minha rola. Antes que ele me fizesse gozar eu me afastei, muito a contragosto ele largou a pica.

Eu tirei a camisa dele e vi aquele peito lisinho. Era bem diferente do tórax do Alex, não era musculoso e mal tinha algum cabelo, braços magros... Mas o muleque tinha cheiro de homem e isso me excitava demais.  Coloquei ele deitado na cama barriguinha prá cima, uma barriguinha seca. Fiquei alguns segundos olhando aquela vista. Rosto de homem, peitos lisos, barriguinha, alguns pelos pulbianos, uma pica de tamanho mediano, e um cuzinho depilado no final de tudo. Putz... Que tesão!!!

Joguei meu corpo sobre o dele. Beijei a boca do Miguel, chupei a líguga dele, seus lábios... Enquanto isso ralava minha pica no pau dele. Desci para o pescoço e me demorei por lá, lambendo e chupando aquele muleque. Quando cheguei nos peitos comecei morde-lo enquanto brincava com o pinto dele com minha mão. Num impulso desci até o pintinho e comecei uma chupeta.

Miguel devia ser experiente no assunto pois quando iniciei a chupeta ele segurou as pernas pelas coxa e levantou o quadril deixando exposto, bem na minha cara, o pintinho e o cú. Fiquei doido de tesão com aquela visão. Abocanhei o pintinho ao mesmo tempo que batia uma punheta nele. Enquanto isso roçava o outro dedo indicador naquele cuzinho. Como o Miguel era magro o cuzinho dele era bem fechadinho, enquanto eu o excitava o cú dele piscava mas quase não se abria. A impressão do buraco apertadinho me excitava mais ainda. Meu pau estava latejando e a cabeça quase explodindo de tesão. - Agora vou fuder esse seu cú com meu caralho! Falei. - Pode vir que eu aguento. Respondeu ele. Esse resposta me fez ter vontade de arregaçar o cú do Miguel. O Alex que era forte ficava e cabrero com minha benga e aquele muleque falava daquele jeito!

Nem passei cuspe na pica e fui logo enfiando... Primeiro foi só a cabeça. Os olhos do muleque viraram e ele mordeu os lábios. - Então? Falei. - É isso que você tem prá mim! Respondeu. Enfiei tudo numa socada só. O Miguel apertou o colchão com uma mão e com a outra levou o travesseiro no rosto abafando o grito! O estrago estava feito, pensei, então só me resta gozar.

Comecei o vai e vem sem dó, o Miguel na minha frente, de franguinho, dava gemidos abafados pelo travesseiro. O cu dele era bem apertadinho. Tive que fazer muito mais força para a pica entrar do que fazia com o Alex. o movimento foi ficando cada vez mais rápido. Eu socava cada vez mais fundo e mais rápido. O travesseiro no rosto dele me incomodava. Uma das coisas que me excita na transa é ver a cara dos machos enquanto eu os fodo. Então tirei o travesseiro do rosto do Miguel. - Vai, soca mais fundo! Falou. Peguei as pernas dele e prendi nos meus ombros, isso fez a coluna dele dobrar como em uma abdominal o cú dele ficar apontado para cima. Essa posição permite socar mais fundo. E foi o que eu fiz. Soquei com toda a força, vai e vem, vai e vem. Miguel fechava os olhos, virava a cabeça e dava gritinhos. - Fode, fode, fode! Dizia ele! Enfiei fundo o cacete, queria sentir ele atolado no Miguel. Fiquei com ele dentro do Miguel durante um tempo, sentido o quentinho daquele cú. Fiquei beijando e mordendo a nuca dele enquanto sentia meu cacete latejando dentro daquele cuzinho quente. Eu estava quase gozando. - Ainda não terminhei! Falei tirando a pica e virando o Miguel, de lado. Ele tentou chupar meu pau, mas eu não deixei. Estava louco para sentir aquele cú apertado novamente.

Coloquei  Miguel de lado, deitei atrás dele e enfiei a pica de uma vez só. Ele fechou as mão e virou a cabeça, procurou o travesseio, mas eu já tinha dado um jeito de jogá-lo para fora da cama. Segurei forte o peito dele e o apertei contra meu corpo. Comecei o vai e vem, vai e vem, vai e vem, 1 e 2, 1 e 2. A nuca dele me deixava com a boca cheia dá'gua e caí de boca nela. Miguel virava a cabeça, gemia, arrepiava, e empinava a bundinha para que eu metesse mais fundo. Senti a porra vindo. Não gosto de gozar fora, então soquei fundo segurando o Miguel pela virilha, ele inclinou o corpo pra frente. Senti o quente do cú apertando todo o meu cacete. Uma parte dele tinha ficado de fora, então forcei mais ainda até caber tudo. Gosto sentir todo o meu cacete dentro do macho. Miguel contraiu o corpo. Inclinei meu corpo por sobre o dele e ficamos de conchinha. E o cacete atolado. Abraçando o Miguel por trás, a pica dentro do cu ia inchando cada vez mais... A pica já estava toda dentro mas eu continuava forçando. E a pica inchando... Até que não aguentei mais e gozei, gozei muito! Enchi aquele cú apertado de porra! O Miguel gostou de sentir o quente da minha porra pois ele soltou um suspiro e dois foi relaxando. Dei uma mordida e um beijo na nuca dele para encerrar a foda. Não conversamos depois dessa metida. Eu me levantei e fui no banheiro me limpar. Depois ele é que foi. Voltamos separadamente para junto dos outros convidados. Acho que ninguém percebeu o que tinha acontecido! Durante  resto da noite ficamos trocando olheres. Ah... Achei que rolaria um suruba porque todos da festa estavam pelados, mas não rolou. O pessoal era muito convencional!



Escrito por negobissex às 03h25
[] [envie esta mensagem
] []





Carnaval 2009

Chegou o carnaval. Eu e meu amigo Alex havíamos combinado de viajar juntos. O Alex é meu brother de balada. A gente saía junto e pegava um monte de mulheres. Às vezes transávamos com elas ao mesmo tempo. Nós dois éramos heterossexuais até o carnaval de 2009.

Nós fomos passar o carnaval em Ouro Preto, uma cidade em Minas. A fama do carnaval lá era muito boa, nossos planos eram cair na folia, beber e comer a mulherada até a cabeça do pau ficar inchada. Planejamos fazer umas três surubas na casa que alugamos. A primeira transa foi no sábado, no domingo teve mais uma. Na segunda combinamos de encontrar umas gatinhas, mas levamos um bolo. Então partímos pra caça como de costume. Só que o Alex ficou muito bêbado... Chegou a cair na rua e sujar a roupa. Tive que levar o brother pra casa. Chegamos na casa no meio da madrugada. Umas três horas! Como todo bêbado o Alex não parava de falar, dizia que eu era um grande amigo e um monte de coisas. Eu o joguei no sofá e fui para a minha cama. Mas ele continuou falando, até que cismou que precisava tomar banho antes de dormir. Mandei que ele calasse a boca e dormisse, mas ele veio engatinhando até a porta do meu quarto e pediu que, pelo menos,  eu o ajudasse a tirar a roupa. - Isso não vai prestar. Eu pensei. Ele me convenceu com o argumento de que já havíamos comido várias mulheres juntos então eu já o tinha visto pelado. Isso é verdade. Só que ele não sabia que muitas dessas vezes, quando eu via o cuzinho rosado dele, ficava na dúvida entre comer a mulher ou enrabar o Alex.

Bom, tirei a roupa do Alex e vi o peitoral dele. O Alex é meio marombeiro, o cara não é rato de academia, mas costuma ir nela umas três ou quatro vezes na semana. Então já viu né? Alex tem 28 anos, 1,80m e 95kg de músculos distribuídos nos braços fortes, no peitoral que dava um volume na camisa e nas coxas torneadas. Cabelos castanhos escuros. Olhos de mel. Um cara com atitude de macho, lábios grossos, barba feita, voz grave. O Alex tem uns cabelos no peito, o suficiente para formar um tapete macio que exala um cheiro de homem. Quando tirei suas calças apareceram as pernas torneadas. Eu me neguei a tirar a cueca! Ele quem a tirou... E ficou um tempo abaixado tentando se equilibrar, deixando à mostra aquele cuzinho rosado. - Putz, fodeu! Pensei. O cuzinho estava bem ali na minha frente. Entre duas nádegas musculosas estava aquele buraquinho rosado que me excitava. Pude ver que ele tinha uns caeblinhos meio ralos rodeando o rosado macio. A cabeça do meu pau começou a latejar. Tive que ir despistando o volume na minha bermida no caminho para  o banheiro, meu pau já estava uns cinquenta por cento acordado.

Coloquei o Alex embaixo do chuveiro, liguei a ducha e saí. - Se vira aí vai! Disse tirando o braço dele do meu ombro e o cara se apoiou na parede. - Pô brother, me dá essa força senão não vou conseguir tomar esse banho! Disse ele. - Quer saber? Foda-se! Pensei. Voltei, segurei forte no braço dele. O Alex me olhou estanhando a pegada. Eu não sou tão musculoso quanto o Alex. Malho por hobbie. Tenho 29 anos, 1,75 e peso 80kg. Sou um magro forte. Sou negro, cabelos e olhos pretos e... Uma pica cabeçuda e roliça de 20 centímetros. Essa pica que estava ficando impossível de esconder vendo o Alex pelado.

O cara foi ensaboando o corpo com a esponja de banho. Puta merda! Passou pelo tórax... Os peitos dele pareciam estar maiores por causa da água. Aquela água fazia com que os contornos do Alex ficassem mais visíveis e os músculos mais definidos. A bunda mais empinadinha. Fui ficando excitado. O mamilo dele é redondo e grande, do tamanho de uma moeda de um real. Ele tem um carocinho grande bem no meio e outros caroços menores envolta. Com certeza a água estava fria porque os mamilos do Alex estavam duros, minha vontade era de cair de boca neles. Mordiscá-los e apertá-los. Ele ensaboou os braços e depois resolveu ensaboar as coxas torneadas. Quando ele abaixou para ensaboar a panturrilha  cuzinho rosado apareceu novamente. Num instante meu pau ficou duro. Fiquei cego de tesão e decidi enrabar meu amigo. Só tinha que convencê-lo a me deixar rasgar aquele cuzinho.

Quando o Alex ficou de pé me ofereci par ensaboar as suas costas. Ele deixou. Passei a bucha em cada músculo. Aproveitei para apalpar os braços e cintura. Ele parecia não perceber minhas intenções. Apalpei os ombros e disse que ele estava tenso no pescoço e que faria uma massagem para ele relaxar. Foi aí que comecei a deslizar minhas mãos pelo pescoço dele, pelo ombro e a cabeça. De vez em quando me demorava na nuca e nas orelhas. Simulava pequenos beliscões, passava as mãos naqueles cabelos curtinho. Eu o acariciava partindo da nuca, em um movimento de sobe e desce. E cada vez que descia me aproximava mais daquela bunda branca. De repente eu estava acariciando aquela bunda durinha de academia e ele nem se importava. Alex estava de olhos fechados, meio que entreggue ao prazer que eu o estava proporcionando. Percebi que ele estava ficando excitado. O pinto dele estava duro quando ele abriu os olhos e falou sem graça: - Talvez seja melhor parar com essa massagem... Nem deixei ele terminar a frase. Eu o virei de frente pra mim e o pressionei contra a parede usando o meu corpo. Alex ficou alguns segundos sem respirar. - Relaxa que a massagem está só começando. Falei.

A minha pegada é forte e serviu para começar a amolecer o Alex.  Ensaboei bem as minhas mãos para que pudesse percorrer melhor aquele corpão. Brinquei com os mamilos durinhos. Primeiro alisando de leve, depois forte... Brusco! Os olhos do Alex estavam fechados quando caí de boca naqueles mamilos durinhos. Ele prendeu a respiração durante alguns segundos e depois soltou um longo suspiro. Beijei, mordi e esfreguei meu cavanhaque naqueles peitos. Alex ficava cada vez mais ofegante, o pinto dele estava cada vez mais duro. E o meu estava quase rasgando minha bermuda. Quando subi lambendo todo o pescoço dele até chegar em suas orelhas meu pau tocou a perna dele e ele sentiu meu membro latejando. - Não vai pensando que vai enfiar essa tromba em mim. Disse ele ofegante. - Você não é macho? Respondi. - Mas não o suficiente para encarar esse cacete. Retrucou ele. - Esquece isso e relaxa. Falei apertando forte o mamilo e enfiando a língua na orelha dele. A discussão encerrou com um gemido.

Percebi que teria de excitar o Alex ao ponto de ele querer minha vara atolado no seu cú. MAs como fazer isso, eu nunca tinha transado com um homem antes. Pensei rápido e executei um plano que passou na minha cabeça. Para ganhar aquele cuzinho teria de pagar um preço.... Foi aí que resolvi cair de boca no pau do Alex. Muitas mulheres só liberam o cuzinho depois de um sexo oral capricahdo. Resolvi tentar essa estratégia com o Alex. Fui descendo lentamente, não me cansava de lamber os mamilos... Desci beijando sei peito, barriga, pude sentir os pêlos do Alex e o relevo dos músculos do seu abdome. Sentir seus pentelhos. Minhas mãos acompanhavam meu movimento. Percorrendo todo aquele corpo. Quando cheguei na altura do pinto apertei firme as coxas dele e pensei: - Esse é o caminho para o cuzinho rosado! E caí de boca no pau dele.

O cara deu um gemido... lembrei do que gostava quando faziam sexo oral em mim e repeti com o Alex. Comecei abocanhando o cacete dele de uma vez só. Depois demorei um tempo só na cabeça, beijando e chupando. De vez em quando engolia a cabeça e ficava com ela dentro da boca, brincando com a minha língua. Enquanto pagava o boquete acariciava a bunda do Alex, ora com uma das mãos, ora com as duas. Apertava as nádegas uma contra a outra e para todos os lados. Vez ou outra eu as separava e deixava o ar tocar aquele cuzinho rosado. Percebi que o Alex já estava se segurando para não gozar, então comecei a alisar o cuzinho dele. Senti que ele se assustou e deu uma contraída brusca. Voltei a massagear sua bunda e ele relaxou. Fiz uma nova tentativa e ele contraiu o cuzinho novamente. Tornei a apertar sua bunda e relaxou mais uma vez.  Antes da terceira tentativ a ensaboei bem a mão. Engoli fundo o cacete ao mesmo tempo em que penetrei o cuzinho do Alex com meu dedo mindinho. O Alex deu um pulinho e abriu os olhos assustado, mas eu o segurei firme com a boca no cacete e o dedo no cú. Olhei para a cara dele... Parecia sentir prazer e estranhamento. Eu estava sentindo as bolas do Alex no meu queixo e o pinto babando na minha garganta (ele ainda não tinha gozado), mas também sentia aquele cuzinho latejando no meu dedo e isso me excitava cada vez mais.

O Alex foi se acostumando com o meu dedinho no seu cú. Eu comecei a socar o dedo de leve enquanto concentrava a chupeta na cabeça do pau. O Alex delirava de prazer, soltava uns gemidos e retorcia o corpo. Eu afundava o dedinho no cú e depois tirava em um um movimento de vai e vem. Tirei o dedinho, e antes que ele se acostumasse como vazio cuspi no dedo indicador e atolei no cú dele. Ele gemeu. - Seu viado. Disse entre gemidos... Mas não tentou escapar do dedo. Então comecei a esfregar aquele cú de todas as maneiras. Com cada um dos dedos, dois dedos, três dedos... E o Alex foi se acostumando.

Num sopetão virei o Alex de frente para a parede e fiz com que ele empinasse aquele bundão. Não acreditei que aquele cuzinho rosado estava piscando na minha frente. A visão era essa: duas nádegas musculosas, um caminho de pêlos  que vinha do saco e das costas e formava um círculo ao redor do buraco rosado. As pregas todas juntinhas! Puta tesão! Não pensei duas vezes, caí de boca. Todo o corpo do Alex tremeu. Lambi... Lambi muito. Estava com um tesão danado. Quase gozei só de lamber aquele cú, mas me segurei porque queria mesmo era enrabar aquela bunda. Lambi ao redor do cú, lambi no centro do cú, enfiei a língua, abri as nádegas e enfiei a língua mais fundo, esfreguei o cavanhaque, a palma da mão, as costas da mão, intercalei as costas da mão com o dedo médio... Entrando e saindo... Entrando e saindo... Cada vez mais fundo e mais rápido! Entra e sai. Entra e sai. O Alex retorcia a cabeça e virava os olhos. Tirei a bermuda sem que ele percebesse e disse firma: - Agora vou te comer! - Isso vai doer. Retrucou ele. - Fica tranquilo e relaxa. Encerrei a conversa. Alex estava de costas pra mim. Continuei lambendo o cuzinho rosado enquanto ordenhava o cacete dele. Eu masturbava o Alex cada vez mais rápido até que percebi que ele ia gozar. Rapidamente lambizei meu cacete com sabão. No instante em que senti o pau do Alex inchando na minha mão e a porra chegando larguei o cacete e enfiei a cabeça da minha tora no cú dele. - Filho da puta! Foi a única frase que consegui entender no meio dos urros e gemidos do Alex. Fiquei parado, com a cabeça do pau atolada no cú do Alex., esperando para enfiar o resto, enquanto ele gozava. A porra jorrava do cacete e ele gemia e contorcia o corpo. Devagar, eu ia penetrando a tora cada vez mais. Ele gemia, contorcia o corpo e xingava, mas não pedia para parar. Quando já estava com metado da tora dentro o alex estava com as duas mãos fechadas e apoiadas na parede, quase de quatro, o corpo retorcido, o rosto contraído, dentes cerrados e olhos fechados. Achei que o estava machucando e fui tirando a tora. - O que você está fazendo? Perguntou ele. - Fode, fode logo esse cú! Era só isso que eu precisava ouvir. Inclinei meu corpo por sobre as costas dele, mordi seu pescoço enquanto atolei meu cacete até a raiz naquele cú maravilhoso. A socada foi tão forte que eu pude sentir minhas bolas batendo nas bolas dele. O alex contraiu o corpo inteiro, a pressão do cú no meu cacete aumentou mais ainda o meu tesão.

Com a pica atolada recomecei a massagem, nas costas, ombros, mamilos.... Depois de algumas lambidas e mordidas na nuca ele foi relaxando e eu comecei o vai e vem. Que tesão! Cada vez que vez que eu atolava a tora no cú do Alex ele gemia e contraia o rosto. Aquelaexpressão de dor e prazer na cara dele me enchia de tesão. Ele foi se acostumando com a minha pica no cú dele. Socava fundo, variava uma sequência de socadas leves com uma socada forte e funda. Atolava o cacete até a raiz e levantava o corpo dele, o abraçando por traz, para apertar seu peito, beliscar seus mamilos, beijar sua nuca e sua boca. Depois abaixava o Alex e acariciava suas costas, passando as mãos pelos cabelos. Levantei o corpo dele novamente, soquei fundo o cacete o masturbei, mordiscando sua nuca e orelha. Quando fiz isso ele quase enlouqueceu. O cacete dele mal tinha se recuperado da última gozada, mas ficou duro num instante.

Percebi a excitação dele. Então o abracei firme, segurando o peito dele com meu braço e mão esquerda, apertando o mamilo, e pressionei o corpo dele contra o meu. Isso fez com que minha torra ficasse muito atolada no cú. Alex ficou na ponta do pé. Com a mão direita comecei a bater uma punheta intensa no cacete dele. Com minha boca lambia sua nuca e mordiscava suas orelhas. O Alex não conseguiu segurar muito tempo e gozou muito, talvez mais do que na primeira vez. Soltou um urro forte acompanhado de pequenas tremidas no corpo. Depois disso ficou completamente relaxado. - Agora é minha vez. Disse isso e o segurei forte pela cintura. Ele percebeu que eu ia fuder com força e se preparou.

Soquei a tora com toda velocidade e força... O vai e vem ficou num ritmo frenético. Apertava a bunda do Alex e dava uns tapas. Isso me excita! A cara do Alex era de prazer e dor, mais prazer do que dor. Aqueles olhos fechados, boca ofegante, entreaberta, sobrancelhas e testa contraindo. Que tesão! Segurei o Alex pelo cabelo e falei no pé do ouvido dele: -Vou encher seu cú de porra. Depois de três socadas fundas, segurei o Alex pela cintura a atolei minha tora o máximo que podia. Gozei... Gozei muito... Até vazou um pouco. Alex tremeu sentido minha porra quente dentro dele.

Tirei o cacete do cú. Aproveitamos o chuveiro e tomamos um banho, repleto de esfregação, e é claro que eu fiz questão de lavar aquele cú rosado.  E de brincar com ele enquanto o limpava. Depois do banho, enquanto nos enxugávamos, o Alex disse: - Cara, eu sou macho e você sabe disso. Já comi muita mulher e até comemos algumas juntos. Então não vai sair por aí espalhando o que aconteceu hoje porque eu ainda continuo gostando de mulher! - Tudo bem, respondi, o que aconteceu hoje fica só entre a gente. - É isso aí. Mas te digo uma coisa, apesar de não contar para ninguém, o que aconteceu hoje não acaba aqui. Eu sou macho, mas a partir de hoje você vai ser o meu macho. Quando quiser fuder um cara macho é só me procurar. Mas vai ser só com você. Fiquei bastante feliz com  declaração do Alex. E fiquei imaginando quando seria a próxima foda. Antes de dormir o Alex quis retribuir a chupeta que eu tinha feito nele. Não reclamei! Terminei a madrugada gozando na boca do Alex.

Depois disso continuamos saindo junots nas baladas, pegando a mulherada. De vez em quando eu o procuro e fodo gostoso aquele cuzinho. Outras vezes arranjamos uma gata mais liberal e enquanto ele fode a gata eu fodo ele. E assim a nossa amizade vai seguindo.

 



Escrito por negobissex às 03h24
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]